URGENTE: Após 37 anos de ministério, pastora Rosileia Santos anuncia saída da Igreja Quadrangular

Em texto marcado por memória, fé e reconhecimento, líder relembra a própria trajetória, agradece à comunidade e afirma que seguirá servindo a Deus em um novo tempo

Em nota oficial marcada por gratidão, lembranças e fé, a pastora Rosileia Santos anunciou seu desligamento da Igreja do Evangelho Quadrangular, encerrando uma trajetória de 37 anos de dedicação à instituição. No texto, ela relembra a própria caminhada, destaca o vínculo construído com a igreja ao longo de décadas e afirma que seguirá servindo a Jesus “com ainda mais dedicação e temor”, confiante em um novo tempo.

A manifestação tem o tom de uma despedida serena. Rosileia diz guardar “memórias preciosas” e experiências “jamais esquecidas” do período em que atuou ao lado de amigos de ministério. Ao longo da nota, evita o confronto e prefere sublinhar o valor da história vivida, da fé compartilhada e do trabalho construído dentro da igreja.

A pastora afirma ter passado na instituição a adolescência, a juventude e a vida adulta. Diz que ali se casou, criou os filhos e viu a família crescer dentro da fé cristã. Segundo ela, os filhos também foram chamados ao ministério e ordenados pastores na mesma denominação. “Eu e minha família, por 37 anos, cuidamos da igreja com zelo, compromisso e responsabilidade. E, por 37 anos, a igreja cuidou de mim e de minha família. Isso é reciprocidade”, escreveu.

Na reconstrução da própria trajetória, Rosileia informa que recebeu Jesus como Senhor e Salvador em dezembro de 1979 e que assumiu o pastoreio pela primeira vez como pastora titular em 1º de outubro de 1989. Em 2000, iniciou um trabalho com adolescentes no Estado, que liderou até 2018. Em 13 de agosto de 2006, segundo a nota, foi transferida de Belo Horizonte para Sete Lagoas, onde assumiu a superintendência da região e a titularidade da sede.

Sobre a passagem por Sete Lagoas, a pastora descreve um início difícil. Afirma que encontrou na cidade “um contexto desafiador”, que exigiu dedicação, perseverança e muito trabalho. Ainda assim, sustenta que, ao longo de 19 anos, viu a igreja se fortalecer e avançar em estrutura e organização, graças ao esforço coletivo de discípulos e colaboradores.

A despedida também traz uma declaração formal sobre o desligamento. Rosileia afirma que nunca teve o desejo de causar prejuízo moral, financeiro ou ministerial à instituição. Em seguida, cita uma ata de declaração de bens móveis, assinada por todos os membros do Conselho de Diretores Local, segundo a qual nenhum bem patrimonial, móvel ou imóvel da igreja foi removido, subtraído ou transferido por ocasião da saída.

Mesmo sem detalhar os motivos do desligamento, a nota deixa claro que a decisão não apaga o peso da caminhada. Ao contrário: transforma a saída em balanço de uma vida inteira ligada ao altar, à família e ao serviço religioso. Em vez de ruptura, o texto projeta continuidade. Em vez de ressentimento, insiste na gratidão.

No fim, a mensagem é a de quem fecha um ciclo sem negar a dor da despedida, mas sem abrir mão da esperança. Depois de décadas de ministério, Rosileia Santos deixa a instituição levando consigo a memória de uma história construída dentro da igreja e a convicção de que o chamado, como escreveu, “ultrapassa circunstâncias”.

A pastora iniciou um novo ministério chamado https://www.instagram.com/igrejaazusa/

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