Ex-pastora diz ter sido usada em “armação” contra líderes da Quadrangular
Em vídeo, Luciana Alvim afirma ter agido sob pressão, pede perdão à Igreja do Evangelho Quadrangular e cita o ex-marido, pastor Leonardo Alvim.
A ex-pastora Luciana Alvim, ex-esposa do pastor Leonardo Alvim, divulgou vídeo nas redes em que afirma ter participado, sob pressão, de uma suposta armação para difamar líderes da Igreja do Evangelho
Quadrangular, entre eles o presidente nacional, pastor Mário de Oliveira. O material ganhou repercussão nesta semana em sites como Fuxico Gospel e Diário de Minas. As declarações são de
responsabilidade da autora do vídeo.
O que ela diz
No depoimento, Luciana relata manipulação e abandono após o fim do casamento. Afirma que o ex-marido teria usado sua imagem e influência religiosa para atingir a reputação da igreja e de seus pastores. Ela pede perdão à denominação e aos líderes citados.
“Fui usada numa trama para atacar uma Igreja que sempre me abençoou.”
Contexto recente
As falas surgem dias após a circulação de prints atribuídos a conversas entre Leonardo Alvim e Helen Bianca Rabelo, com menções a “milhões”, vaquinhas virtuais e uso do dinheiro em procedimentos
estéticos. As publicações provocaram reação entre fiéis e ampliaram o debate sobre as motivações das denúncias contra a Quadrangular.
Situação jurídica (segundo Luciana)
Ela afirma não ter visto provas concretas contra Mário de Oliveira e diz que Ministério Público, Polícia e Justiça teriam arquivado o caso por falta de evidências. O site não confirmou de forma independente essas informações.
Retratação pública
No vídeo, Luciana pede perdão à Igreja do Evangelho Quadrangular, ao Pastor Mário de Oliveira, à Pastora Bianca e a diversos líderes citados pelo nome. Ela classificou a campanha difamatória como um “movimento maligno de vingança, ego e orgulho”, que prejudicou a fé de muitos e tentou manchar a história da denominação.
Veja o vídeo https://www.instagram.com/reel/DPUm0DBgcSY/?igsh=a3lsd3dlcWUweDB5
Fontes
Vídeo publicado por Luciana Alvim nas redes sociais; repercussões em
Fuxico Gospel e Diário de Minas.