Ela começou a carreira carregando um dom que parecia maior que seu corpo frágil. Aos três anos, Bruna Karla já subia em palcos de igrejas em Recife com um vestido costurado pela mãe e uma voz que desafiava sua timidez. Aos 11, lançou Alegria Real, álbum que a projetou como um fenômeno gospel. Mas, décadas depois, aquela menina que orava em melodia enfrentaria um desafio silencioso: o peso — não só o físico, mas o das expectativas de ser ícone em um mundo que cobra perfeição. A Menina-Prodígio e o Peso Invisível Bruna cresceu sob holofotes. Enquanto gravava sucessos como Siga em ...
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