Gestão Carlos Velozo avança com projeto habitacional para 192 famílias de baixa renda na Capital
A Prefeitura de Palmas encaminhou à Câmara Municipal, em regime de urgência, o Projeto de Lei Complementar nº 6, de 11 de julho de 2025, que autoriza a doação de uma área destinada à construção do Residencial Juriti. O empreendimento habitacional beneficiará 192 famílias de baixa renda por meio do programa Minha Casa Minha Vida – Entidades.
O terreno, com 9.588,63 metros quadrados, está localizado na Rua 03 do Loteamento Jardim Laila. A área foi aprovada pela Fundação Municipal de Meio Ambiente, garantindo conformidade com a legislação ambiental e segurança jurídica para o andamento da obra.
A iniciativa substitui um imóvel anteriormente destinado ao projeto, mas que teve a construção inviabilizada por estar situado em Área de Preservação Permanente (APP), o que é vedado por lei.
De acordo com o prefeito de Palmas, Pastor Carlos Velozo, a proposta reforça o compromisso da gestão com a inclusão social e o planejamento urbano sustentável. “Nosso objetivo é assegurar que projetos habitacionais como este avancem com responsabilidade técnica e legal, levando moradia de qualidade para quem mais precisa”, afirmou.
A área será doada ao Instituto Beneficente Xambioá, entidade responsável pela execução do projeto. A expectativa é que, após a aprovação legislativa, as obras sejam iniciadas o mais breve possível.
192 apartamentos com estrutura de lazer
O Residencial Juriti terá 192 apartamentos com dois quartos, sala, cozinha e sacada. O conjunto habitacional contará ainda com espaço de convivência, parque infantil, sala de biblioteca e bicicletário. A proposta é oferecer moradias dignas a famílias que não têm acesso ao financiamento habitacional convencional.
Minha Casa Minha Vida – Entidades
O programa é voltado para famílias organizadas por entidades privadas sem fins lucrativos. Os recursos são do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). Podem participar famílias com renda mensal de até R$ 2.850, sendo permitido que até 10% dos beneficiários tenham renda bruta de até R$ 4.700.
Com a aprovação do projeto de lei, a Prefeitura espera acelerar o processo para garantir o direito à moradia a dezenas de famílias em situação de vulnerabilidade.