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Política

CGADB diz que pastores que intermediam verbas com o MEC não falam em nome da Convenção

Em áudios vazados, o ministro da Educação diz que o direcionamento de verbas acontece de acordo com a indicação de pastores

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Uma polêmica envolvendo o nome do Ministro Milton Ribeiro, da Educação, e dois pastores evangélicos agitou o mundo político esta semana.

Em áudios vazados, o ministro da Educação aparece falando que o direcionamento de verbas acontece de acordo com o que indica o pastor Gilmar.

“A minha prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, em segundo, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar”, diz Ribeiro dizendo também que se trata de um pedido do presidente Jair Bolsonaro.

Em nota, a Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Assembleia de Deus do Brasil (CGADB) afirma que os pastores Gilmar Silva Santos e Arilton Moura Correa, envolvidos no caso, “não representa e não tem autorização para falar em nome da CGADB”. Além disso, a Convenção “repudia as práticas noticiadas na imprensa”.

O suposto esquema de destinação de verbas mediante aprovação de pastores vem à tona semanas após o pastor José Wellington Bezerra da Costa aparecer em uma reunião da AD Belenzinho dizendo que seus filhos parlamentares destinam as verbas de acordo com a intermediação de pastores junto às prefeituras.

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