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Brasil/Mundo

Após soltura, pastor Gilmar Santos emite carta comentando sobre o caso e diz que prisão foi ilegal

Pastor assembleiano é investigado por corrupção passiva ao cobrar propina para liberar verbas do MEC

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O pastor Gilmar Santos foi preso preventivamente pela Polícia Federal no começo da semana em razão das investigações sobre as cobranças de propina para a liberação de verbas do Ministério da Educação.

Ao ser solto por orgem judicial, o pastor emitiu uma carta onde alega sua inocência. “Nosso país está tomado pelo ódio e fome ao poder, com interesses políticos manipulando a verdade e a transparência dos fatos”, declarou.

O texto fala que “existe uma luta incansável para enfraquecer o governo eleito” e que não sua prisão foi ilegal por não ter julgamento e nem um veredito o condenando a corrupção passiva, que é o crime investigado.

“Meu compromisso segue o mesmo desde o momento em que Deus me chamou para ser parte de Sua grande obra, levar a palavra da verdade aos quatro cantos da terra”, completa o pastor.

Gilmar Santos diz que “são tempos de guerra” e que ele não para de lutar e finaliza dizendo que está orando pelas famílias e pela igreja brasileira.

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