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Tocantins

Vereador Moisemar Marinho emite nota de repúdio contra o Corregedor Geral da Polícia Civil e fala em mordaça

O objetivo da categoria de base é somente promover a Isonomia entre todos os cargos da Instituição e os delegados,

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O vereador e Policial Civil, Moisemar Marinho, emitiu na tarde desta quinta-feira (27) nota de repúdio contra o Delegado Wanderson Chaves, Corregedor da Polícia Civil no Tocantins. Segundo o parlamentar, o Delegado Corregedor Geral faz uso da Lei da mordaça ao instaurar sindicância, contra os Policiais Civis, Dalberto Junior e Chislaine Cardoso.

Na nota, o parlamentar ainda pediu a revogação do ato.

“O objetivo da categoria de base é somente promover a Isonomia entre todos os cargos da Instituição e os delegados, com a alteração no PCCS”, disse Moisemar Marinho.

NOTA DE REPÚDIO

O vereador e Policial Civil, Moisemar Marinho,manifesta total repúdio contra o ato do Delegado Corregedor Geral, pela perseguição e instauração de “procedimento relâmpago”, em forma de sindicância, contra os Policiais Civis, Dalberto Junior e Chislaine Cardoso, fazendo uso da Lei da mordaça, tendo como justificativa a manifestação do pensamento dos Policiais nas redes sociais.

Além disso, Moisemar reivindica imediatamente a revogação do ato, tendo em vista que a referida lei não contribui para a transformação da vida das pessoas rumo à sua autonomia, e a categoria está empenhada com um objetivo coletivo de garantir melhorias para todos, e não de atacar ou menosprezar qualquer colega.
O motivo mais estranho deste procedimento instaurado é que no passado, quando os delegados também foram perseguidos e tiveram a “Lei da Mordaça” como justificativa, eles criticaram o ato. Vale lembrar que a liberdade de expressão é uma garantia constitucional, tanto que os procedimentos instaurados na gestão anterior, foram arquivados.

A alegação do Corregedor, Delegado Wanderson Chaves, em sua Portaria, é que Dalberto é investigado por suposta infração de “insubordinação”, fato não verídico e de interpretação equivocada. E o ato do Corregedor é visto como uma “cortina de fumaça” de caráter puramente ideológico, que encobre os reais e mais urgentes problemas da categoria. Além de atacar o pensamento crítico e o pluralismo de ideias dos Policiais acusados injustamente.

O objetivo da categoria de base é somente promover a Isonomia entre todos os cargos da Instituição e os delegados, com a alteração no PCCS, que seja justa e digna para todos. Portanto, uma ação como está é uma atitude não republicana por parte dos Delegados, que estão perseguindo os Policiais Civis.
Vale frisar que o Governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, sempre se mostrou sensível à causa, recebendo os representantes da Polícia Civil com presteza e atenção necessária, ouvindo os motivos pelos quais os servidores buscam a alteração do Plano.

Nesse sentido, de maneira peremptória, em defesa de uma Segurança Pública isonômica, de qualidade e questionadora, Moisemar reitera seu repúdio à “Lei da Mordaça”.

Moisemar Marinho – Vereador e Policial Civil
Palmas-TO, 27 de janeiro de 2022.

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