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Brasil/Mundo

Urna eletrônica completa 25 anos de uso no Brasil; segurança do sistema é questionada

Equipamento foi usado pela primeira vez em 1996 e em 2002 passou a funcionar com assinatura digital do software e dos dados

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Há 25 anos a urna eletrônica é utilizado no sistema de votação do Brasil e a comemoração acontece diante de questionamentos sobre a sua segurança.

Se acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o sistema e totalmente seguro e inviolável. O fato é que a Justiça Eleitoral trabalha duro para garantir que a votação ocorra de forma segura, transparente e eficiente. E o sucesso e a qualidade desse trabalho podem ser conferidos pela população ao final de cada eleição”, afirma Rodrigo Coimbra, chefe da Seção de Voto Informatizado do TSE.

Em contrapartida, a Câmara dos Deputados tem uma comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição 135/19, sobre o voto impresso, que tem como objetivo tornar possível auditar os votos digitais.

“Hoje temos uma parte da sociedade e parte do Congresso que querem auditar o voto, e temos uma Justiça Eleitoral para dirimir essas dúvidas”, disse o presidente da Câmara, Arthur Lira (MDB-AL).

O texto de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF) exige a impressão de cédulas  em papel na votação e na apuração de eleições, plebiscitos e referendos no Brasil. Pelo texto, essas cédulas poderão ser conferidas pelo eleitor e deverão ser depositadas em urnas indevassáveis de forma automática e sem contato manual, para fins de auditoria.

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