Conecte-se conosco
[the_ad id="107359"]

Tocantins

Tocantins divulga mudanças nos protocolos contra a covid-19

Com o avanço na vacinação e o surgimento de novas variantes, alguns pontos nos protocolos de comportamento com relação à covid-19 são alterados

Publicado

em

Após dois anos, desde o início da pandemia, muitas são as mudanças que ocorreram quanto ao comportamento com relação à covid-19. As alterações são decorrentes das variantes que surgiram do novo Coronavírus e também do avanço da vacinação contra a doença. Atualmente, são quatro vacinas em atividade (CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen). No Tocantins, três variantes foram identificadas por sequenciamento genético: Gama, Delta e Ômicron.

Com o avanço da vacinação e o surgimento de novas variantes, alguns protocolos foram se adequando, como é o caso do isolamento para pacientes com covid-19. No primeiro ano da pandemia, quando não existiam as vacinas, o paciente infectado deveria ficar até 14 dias em isolamento, independentemente de ser assintomático ou não. Hoje, aqueles que realizarem testagem para covid-19, com resultado negativo no 5° dia, poderão sair do isolamento, desde que não apresentem sintomas respiratórios e febre, há pelo menos 24 horas, e sem o uso de antitérmicos. Se o resultado for positivo, é necessário permanecer em isolamento por 10 dias, a contar do início dos sintomas.

Quanto ao atendimento da rede pública de saúde, os protocolos continuam sendo os mesmos, como explica a superintendente de Vigilância em Saúde (SVS) da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Perciliana Bezerra. “Em relação aos atendimentos dos casos de covid-19, não mudou nada, porque os sintomas são os mesmos. As variantes podem causar maior ou menor gravidade no caso, mas os sintomas são os mesmos de todas as variantes. Então, o atendimento não muda, a conduta clínica é a mesma, a avaliação é individual e o comportamento da doença em cada organismo é diferente”, pontua.

Vacinação

Os prazos para aplicação das vacinas também foram alterados ao longo do tempo. No início, dependendo da vacina, o tempo mínimo de uma dose para outra era de 90 dias. Atualmente, os prazos para a segunda dose das vacinas se dão da seguinte forma: CoronaVac, 21 dias; Pfizer e AstraZeneca, oito semanas. Já a dose de reforço pode ser ministrada para a população acima de 18 anos, após quatro meses da segunda dose. A dose de reforço para imunossuprimidos deve ser ministrada com 21 dias após aplicação da segunda dose.

As vacinas pediátricas também têm suas especificidades. A Pfizer é aplicada em duas doses, sendo que o intervalo entre a primeira e a segunda dose é de 28 dias. O Ministério da Saúde incluiu a CoronaVac na campanha de vacinação contra a covid-19 para a faixa etária de 6 a 17 anos, com a orientação de que não seja aplicado em imunocomprometidos. O intervalo também é de 28 dias entre a primeira e a segunda aplicação.

Uma dúvida recorrente é sobre as possíveis reações das vacinas, elas podem ocorrer ou não, isso pode variar de pessoa para pessoa, todavia os sintomas são leves: febre baixa, mal-estar, dor no corpo, dor de cabeça, mas sem nenhuma complicação.

PUBLICIDADE