Presidente da AD Santos critica “entrada triunfal” em Ação de Graças: “deixa de ser culto”

O pastor Jesiel Padilha, presidente da Assembleia de Deus – Ministério do Belém em Santos (SP), afirmou nesta terça-feira (23), em suas redes, que cultos de Ação de Graças não devem ter “entrada triunfal” nem bajulação ao aniversariante. Segundo ele, esse formato desvia o foco da celebração.

No texto, o líder evangélico em uma posição bastante emblemática e contrariando a realidade atual, defendeu que a programação mantenha a centralidade do culto e evite roteiros voltados a homenagens pessoais aos seus líderes. Para Padilha, quando isso ocorre, “deixa de ser culto”.

Em diferentes comunidades evangélicas, principalmente nas Assembleias de Deus em todo o país, cerimônias de aniversário têm incluído momentos de honras aos líderes, com apresentações e saudações.

Padilha preside o campo de Santos da Assembleia de Deus – Ministério do Belém. É ex-vereador em Presidente Prudente (SP). Em perfis institucionais e pessoais, apresenta-se como pedagogo pela Unoeste, teólogo pela UFRR e militar federal na reserva.

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