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Opinião

Por que é necessário falar sobre feminismo nas igrejas? Fabíola Fialho responde

“A ideologia feminista tem verdadeira aversão ao propósito originário de Deus”, disse Fialho.

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Por meio de artigo, a missionária de Tocantins, Fabíola Fialho destacou recentemente a necessidade de se falar sobre o feminismo nas igrejas brasileiras.  De acordo com Fabíola Fialho, que também é advogada, o tema é necessário e urgente, ‘pois as mulheres cristãs têm sido fortemente influenciadas pela ideologia feminista’:

“A ideologia feminista tem verdadeira aversão ao propósito originário de Deus para homens e mulheres e todas as pautas e vertentes levam ao mesmo lugar— o pecado”, disse Fialho.

Recentemente, a Primeira Igreja Presbiteriana do Recife realizou uma conferência de mulheres onde uma de suas palestras era justamente para tratar sobre a pauta e o tema era: “Minha filha virou feminista”.

A influenciadora Nathalie Barros também acredita que é preciso alertar as mulheres cristãs sobre os riscos do movimento feminista.

“É preciso instruir as mulheres a estudarem sobre o que realmente é feminismo, qual a base que ele foi formado e quais são suas reais intenções”, diz ela ao site TudoMulher.

 

Confira na íntegra o artigo

Nunca se fez tão urgente e necessário falar sobre  feminismo nas igrejas, pois as mulheres cristãs têm sido fortemente influenciadas pela ideologia feminista que nasceu em meados do século XIX, mas que tem ganhado força significativa na pós-modernidade.

A nossa cultura de modo geral, está complemente contaminada por essa erva daninha, sendo bem provável que todas as mulheres cristãs apresentem comportamentos feministas, pois nossas bisavós, avós e mães receberam de alguma maneira doses do feminismo e replicaram a nós de forma inconsciente.  

Muito diferente do que a grande mídia e a militância anunciam não se trata de uma luta social igualitária ou de valorização da mulher, o verdadeiro objetivo do feminismo sempre foi destruir o modelo familiar judaico-cristão, e, para isso, busca-se revolução sexual, subversão de valores e de identidades.

O movimento feminista teve maior engajamento a partir da década de 60, ao evidenciar pautas como aborto, contracepção e divórcio. Nesse período, a feminista Betty Friedan expunha em seus escritos a insatisfação quanto ao matrimônio e a maternidade, chegando a comparar a vida no lar “ao campo de concentração nazista.”

Quem pensa que a ideologia de gênero é recente, engana-se. A ideia foi abordada incialmente por Karl Max e Engels, desde então, tem sido trabalhada culturalmente através de importantes teóricas feministas como Judith Butler e Simone de Beauvoir, que escreveu: “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher.” (O segundo sexo, 1949). Para o feminismo, a heterossexualidade é uma norma imposta pelas religiões judaico-cristãs que deve ser dissipada permitindo que homens e mulheres sejam completamente livres sexualmente.

A ideologia feminista tem verdadeira aversão ao propósito originário de Deus para homens e mulheres e todas as pautas e vertentes levam ao mesmo lugar— o pecado. Através do discurso de “empoderamento”, as mulheres criam a ilusão de autossuficiência e de independência não só do sexo masculino, mas principalmente do Criador, pois a mulher que vê em si todos os elementos que precisa para viver, dificilmente buscará auxílio em Deus.

A cultura e as falsas doutrinas sempre foram armas usadas pelo diabo para confundir o povo de Deus, e, essas mesmas armas tem sido usadas nos dias atuais. A cultura feminista é uma das principais causas das famílias viverem em desarmonia e contaminar todo o corpo de Cristo, que é a igreja.

Concluo, fazendo menção das palavras do apóstolo Paulo aos irmãos de Colossos, ao escrever: Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.” Colossenses 2:8

 

Miss. Fabíola Rezende Fialho Pacheco

 

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