A pastora Helena Raquel viralizou ao denunciar, no 41º Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última Hora (Camboriú/SC), a omissão de igrejas diante de casos de abuso e violência. Sua fala foi tão impactante que perfis de esquerda, como Esquerda Brasil 4.0, a elogiaram publicamente: “Por mais Helena Raquel e menos Silas Malafaia”.
O problema? A mesma esquerda que a aplaude agora sequestrou a pregação para atacar todo o movimento evangélico conservador, como se abuso fosse regra geral e não exceção criminosa.
O que a esquerda não sabe (ou ignora) é uma pesquisa realizada por cientistas sociais não cristãos e feministas que concluiu exatamente o oposto do que sua ideologia sugere.
“As mulheres evangélicas eram as mulheres mais felizes entre todos os grupos da sociedade.”
Pastor analisa pregação
Os dados foram trazidos em vídeo pelo pastor Ricardo Mocellin. No vídeo analisado, ele reage à pregação de Helena Raquel, concordando com ela no ponto central (abusadores devem ser denunciados), mas fazendo uma ressalva crucial: a pastora teria generalizado o problema como se fosse uma “epidemia” ou regra geral, baseando-se apenas em sua experiência empírica, não em dados concretos.
Para sustentar seu contraponto, Mocellin recorre à uma pesquisa científica e traz mais detalhes.
Assista: