Horror nos EUA: menino de 7 anos teria sido torturado por meses antes de ser morto

Um caso de extrema violência contra uma criança provocou repercussão em Ohio, nos Estados Unidos. Uma mãe de Ohio e seus dois companheiros transgêneros que supostamente torturaram e mataram William Evans-Ellis, de 7 anos, foram indiciados na quinta-feira por 13 acusações cada. 

O aspecto que tornou o caso ainda mais perturbador para as autoridades é a suspeita de premeditação. Conforme documentos judiciais citados pela publicação, já em 1º de julho os suspeitos teriam utilizado o aplicativo Signal para discutir um plano envolvendo sequestro, abuso, restrição física e morte da criança. As autoridades afirmam que as discussões começaram cerca de seis semanas antes do homicídio.

Os três foram acusados de homicídio qualificado, quatro acusações de homicídio, sequestro, agressão dolosa, quatro acusações relacionadas a colocar criança em perigo e duas de conspiração. A promotora do condado de Hamilton, Connie Pillich, classificou o episódio como “horrível, monstruoso e incompreensível” e afirmou que os adultos, que viviam juntos e exerciam funções parentais, tinham o dever de proteger William.

O corpo da criança foi encontrado em 6 de agosto, escondido em um armário e preso com fita adesiva. Segundo a polícia, William apresentava sinais de tortura e espancamentos ocorridos durante aproximadamente dois meses. Um detetive com 21 anos de experiência classificou o caso como um dos episódios de abuso infantil mais perturbadores que já havia presenciado.

A legista do condado de Hamilton informou que a causa da morte foi traumatismo craniano contuso e relatou a existência de inúmeros hematomas em diferentes estágios. As acusações ainda deverão ser analisadas judicialmente, e os indiciados têm direito à defesa e à presunção de inocência até eventual condenação.

Fonte: LifeSiteNews, com informações atribuídas a documentos judiciais, autoridades policiais e Promotoria do Condado de Hamilton.