A Igreja Presbiteriana de Pinheiros (IPP) divulgou na manha deste sábado, 12, uma nota oficial para esclarecer informações que, segundo a instituição, vêm sendo publicadas recentemente sobre um processo judicial envolvendo um de seus pastores. A igreja afirma que o caso foi encerrado por meio de acordo homologado pela Justiça e ressalta que o documento excluiu expressamente qualquer reconhecimento da prática de assédio.
De acordo com a nota, o que foi reconhecido pelas partes no acordo ficou restrito a determinadas mensagens relacionadas ao episódio, classificadas como “inoportunas, inadequadas e infelizes”.
A IPP informou ainda que o caso não ficou restrito à esfera judicial. O episódio também foi submetido a um processo eclesiástico conduzido pelo Presbitério de Pinheiros, que analisou os argumentos apresentados pelas partes e aplicou uma medida disciplinar ao pastor envolvido.
Pastor pediu perdão à reclamante
Segundo a igreja, o pastor reconheceu a inconveniência das mensagens e pediu perdão pessoalmente à reclamante, na presença dos integrantes responsáveis pelo procedimento eclesiástico.
Após o cumprimento da medida disciplinar, o processo foi encerrado e arquivado, sem recurso das partes, conforme a manifestação da IPP.
A instituição também esclareceu a questão financeira relacionada ao caso. De acordo com a nota, a Junta Missionária de Pinheiros (JMP) foi integralmente ressarcida pelo pastor, de modo que nem a igreja nem a junta teriam arcado com os custos da indenização.
Ao finalizar o comunicado, a IPP pediu que eventuais referências ao episódio sejam limitadas aos fatos efetivamente apurados e às providências adotadas, “sem atribuir aos processos conclusões que deles não constam”.
“O caso foi devidamente tratado e encerrado nas instâncias competentes, sempre com respeito à dignidade e à privacidade das pessoas envolvidas”, declarou a igreja.
Fonte: Igreja Presbiteriana de Pinheiros (IPP)
Foto: Reprodução/Instagram – IPP