Eudes Assis retorna à Câmara de Palmas e põe orçamento no centro da pauta
A Câmara Municipal de Palmas realizou, em 16 de outubro, sessão solene para empossar o vereador Eudes Assis (PSDB). Primeiro suplente de Waldson da Agesp (PSDB), ele assume a vaga após a licença do titular para chefiar a Secretaria de Zeladoria Urbana.
Natural de Filadélfia do Tocantins e morador de Palmas desde 1990, Eudes construiu carreira em ações estudantis e cargos públicos. Foi presidente da União Estadual dos Estudantes Secundaristas, assessor parlamentar e secretário municipal de Turismo. No cargo, implantou o Conselho e o Plano Municipal de Turismo e levou a Capital à categoria “A” no Mapa do Turismo Brasileiro.
Na posse, Eudes citou o legado de Siqueira Campos e prometeu atuação responsável. “Hoje tenho, mais uma vez, a oportunidade de representar o povo palmense neste Parlamento. Quero honrar os 1.414 votos que recebi e continuar sendo um homem de diálogo”, afirmou.
Em entrevista ao Canal63, o vereador destacou a experiência como ex-presidente da Comissão de Finanças e membro da Comissão de Constituição e Justiça. Disse que retorna “com tranquilidade e vontade de servir” e defendeu parceria entre Legislativo e Executivo. “Nunca parei de trabalhar nesses dez meses. Volto apresentando requerimentos e dialogando com lideranças da zona urbana, rural e distritos.”
Para Eudes, o momento político é de consolidação. Ele elogiou a gestão de Eduardo Siqueira Campos pela condução fiscal e reorganização administrativa. “O prefeito tem mostrado coragem e experiência para administrar em tempos de escassez. Palmas vive um ciclo de crescimento equilibrado”, disse.
O vereador indicou as prioridades do mandato, com foco nas peças orçamentárias. “Fui quatro anos presidente da Comissão de Finanças e hoje volto como membro titular. A LDO, a LOA e o PPA são o oxigênio do Executivo. Vamos acompanhar de perto para que o orçamento reflita o planejamento e as necessidades reais da população”, afirmou.
Ao assumir a cadeira, Eudes reafirmou compromisso com o diálogo institucional. Com histórico de articulação, retorna ao plenário como voz de equilíbrio em fase de decisões relevantes para a Capital.