A presidente do PSDB Tocantins, Cinthia Ribeiro, afirmou nesta segunda-feira (2) que há uma investida para retirar o comando do partido no Estado. Em série de posts no X (antigo Twitter), ela denunciou tentativas de deslegitimar lideranças femininas e pressões contra a direção estadual.
A dirigente afirmou que sua gestão resulta de processo legítimo, com diálogo e aval das instâncias do partido. Mencionou o PSDB Mulher Nacional, que tem regimento e estatuto próprios. Segundo ela, o compromisso é com a organização democrática e o respeito às normas.
Em tom crítico, Cinthia acusou grupos de usar o discurso da democracia para desestabilizar quando há uma mulher à frente. Reiterou que “tapetão” não será aceito e que a militância rejeita saídas fora das regras.
Ela manifestou solidariedade à senadora Dorinha Seabra e disse ver repetição de métodos já tentados no Estado. Também apontou articulações nacionais para pressionar a direção do PSDB-TO. Mencionou a presidência do partido, atribuída a Aécio Neves, e o Instituto Teotônio Vilela, presidido por Marconi Perillo.
Para Cinthia, o momento exige responsabilidade institucional e alinhamento à legislação eleitoral. “O PSDB não é balcão de negócios nem atalho eleitoral”, disse. Ela afirmou que seguirá aberta ao diálogo com quem respeita as instâncias partidárias. Reforçou que não aceitará imposições, chantagens ou ataques “disfarçados de projetos”.
As declarações foram publicadas no perfil da presidente estadual e refletem sua versão sobre o quadro político no Tocantins. Não houve resposta imediata dos citados nos posts.