O Tocantins encerrou 2024 com 8.539 casamentos civis entre pessoas de sexos diferentes, novo recorde da série iniciada em 2013, e 21.883 nascidos vivos, menor marca desde 2004. Em relação a 2023, os nascimentos caíram 5,8% (eram 22.959). Os dados são das Estatísticas do Registro Civil do IBGE.
Abril foi o mês com mais nascimentos (2.147). Dezembro teve o menor total (1.619). Entre os bebês, 11.169 eram do sexo masculino e 10.677 do feminino; 37 não tiveram o sexo informado. Nos partos, 21.478 foram únicos; 403 tiveram gêmeos; dois registraram três crianças ou mais.
Quanto ao local, 21.652 ocorrências foram em hospitais; 84 em domicílios; 135 em outros; 12 sem declaração.
A idade das mães mudou ao longo da série histórica.
Em 2003, 64,4% tinham até 24 anos ao registrar os filhos; em 2024, essa fatia caiu para 40,5%.
No grupo de 30 a 49 anos, a participação subiu de 14,5% para 33,4%.
As mães com 19 anos ou menos somaram 15,2% dos registros.
Nos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, houve nove uniões entre homens, ante 16 em 2023, e 14 entre mulheres, mantendo estabilidade.
Os divórcios somaram 3.236 no ano, sendo 2.355 judiciais e 881 extrajudiciais. Em 495 casos, a união durou 26 anos ou mais. Entre 10 e 19 anos, foram 876 dissoluções. Houve 161 divórcios com menos de um ano de casamento e 172 após um ano.
Os óbitos chegaram a 9.098, com 5.528 homens e 3.560 mulheres; dez sem informação de sexo.
Hospitais concentraram 6.247 mortes; domicílios, 1.955; vias públicas, 508; outros locais, 340; 48 sem declaração.
Maio (878) e abril (838) tiveram os maiores volumes; fevereiro registrou o menor (673).
O Estado anotou 98 mortes de centenários (44 homens e 54 mulheres). O pico ocorreu entre 80 e 84 anos, com 993 óbitos. Bebês com menos de um ano somaram 279 mortes; de 1 a 14 anos, foram 103.
As causas não naturais responderam por 11,2% dos falecimentos no Tocantins, terceira maior proporção do País. Ficou atrás de Amapá (13,9%) e Maranhão (11,3%), conforme o IBGE.