Facebook reforça suas políticas contra cristãos, diz reportagem

Mark Zuckerberg, chief executive officer and founder of Facebook Inc., speaks during an event at the company's headquarters in Menlo Park, California, U.S., on Thursday, March 7, 2013. Zuckerberg discussed the social-network site's upgraded News Feed which includes bigger photos, information sorted into topics and a more consistent design across devices. Photographer: David Paul Morris/Bloomberg via Getty Images

Da Redação JM Notícia

 

Reportagens internacionais informam que as novas diretrizes do Facebook irão blindar artistas e personalidades públicas de ataques abusivos, cruéis e ódio.

Na lista inclui políticos, artistas, e pessoas que foram citadas em pelo menos cinco notícias nos últimos dois anos.

Acontece que, entre os nomes que não serão preservados de críticas está o nome de Jesus Cristo. Ele aparece na lista que não terá proteção ao lado do serial killer Charles Manson, Osama bin Laden, estupradores, líderes políticos e “pessoas que violam regras de discurso de ódio”.

Enquanto Jesus não terá proteção nas Redes Sociais, o Facebook protege Maomé, onde todas as postagens que sejam ofensivas ao profeta do Islã são apagadas, assim como qualquer mensagem considerada “islamofóbica”.

A novas configurações da rede social segue outras decisões anteriores que mostram como o cristianismo é uma religião rejeitada pela empresa de Mark Zuckemberg.

Ao mesmo tempo que não há repressão a mensagens de ódio contra Jesus Cristo e contra os cristãos, o Facebook já chegou a censurar notícias consideradas “conservadoras”, censurar versículos bíblicos e até mesmo apagar páginas conservadoras, incluindo páginas brasileiras. Com informações Christian Times.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

VEJA MAIS NO JM