O Congresso Nacional de Mulheres da Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) começou nesta quinta-feira, 21 de novembro de 2025, em Itajaí (SC), no Centro de Convenções Marejada. O encontro nacional tem como tema “Avante e Sem Parar” e mira o calendário de 2026.
A coordenação é da pastora Bianca de Oliveira, líder nacional do Grupo Missionário de Mulheres (GMM) e esposa do presidente nacional da IEQ, pastor Mário de Oliveira.
A abertura reuniu delegações de todas as regiões do Brasil, segundo a organização. Participam pastoras, obreiras e ministras, além de esposas de pastores, superintendentes, presidentes estaduais e coordenadores.
A mobilização cita a rede de mais de 18 mil igrejas no País, dado atribuído aos organizadores. A postagem do perfil oficial do GMM (@gmm_nacional) registrou: “O Congresso Nacional de Mulheres começou e o céu já está em movimento sobre Itajaí!”.
O primeiro dia teve culto de abertura, momento de adoração e ministração com ênfase em “restauração, cura e fé”, de acordo com a equipe do evento. A direção do GMM apresentou o lema como um chamado a continuidade. A proposta é manter ritmo de trabalho local e nacional, sem interrupções entre o fim de 2025 e o plano de 2026.
A programação inclui plenárias, ministrações, encontros de liderança e atividades internas de capacitação, informaram os organizadores. Entre as frentes sugeridas para 2026 estão formação de novas líderes, apoio a famílias pastorais, ações missionárias regionais, projetos de acolhimento de mulheres e fortalecimento das redes de discipulado. As metas serão detalhadas ao longo dos painéis.
O congresso ocorre no mês em que a IEQ celebrou 74 anos no Brasil, em 15 de novembro. A coincidência de datas foi apresentada pela cúpula como sinal de renovação e planejamento. O recorte histórico serve de marco para metas de expansão, com foco em impacto local nas congregações e em presença ativa do GMM nas capitais e no interior.
Segundo a coordenação, o encontro busca valorizar o ministério feminino na denominação. A liderança descreve as participantes não apenas como acompanhantes de pastores, mas como agentes de transformação nas comunidades. A agenda trabalha cooperação entre estados, padronização de materiais e cronograma anual de ações, a ser divulgado após o encerramento.
A escolha de Itajaí e da estrutura da Marejada foi citada como estratégia para receber caravanas e ofertar logística adequada. A organização não informou estimativa oficial de público nem número de caravanas. As informações, até aqui, são da coordenação do GMM e das publicações nas redes sociais do grupo.
O evento segue nos próximos dias com novas ministrações e encontros temáticos. Ao final, a direção do GMM deve consolidar as resoluções para 2026 e orientar as lideranças estaduais sobre cronogramas, materiais e acompanhamento das metas locais.



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