Ale Chianelli consolidou-se como uma das principais vozes femininas do conservadorismo no Brasil, ganhando projeção internacional ao se posicionar firmemente em defesa de Israel — mesmo não sendo judia.
Sua coragem ficou evidente ao visitar Israel em meio a momentos críticos do conflito com o Hamas, circulando em áreas de tensão equipada com colete balístico e capacete.
Com quase 320 mil seguidores nas redes sociais, Ale tornou-se referência entre mulheres conservadoras, destacando-se pela clareza e firmeza de suas posições.
Na bio de seu Instagram, uma frase resume sua postura diante da onda global de antissemitismo:
“Não sou judia, mas contra o antissemitismo, eu sou judia.”
Entre suas denúncias mais repercutidas, Ale expôs a entrevista de Breno Altman com a advogada Susana Botár — doutoranda em Teoria do Direito pela USP — que declarou abertamente apoio ao Hamas e chegou a afirmar que o Hezbollah realizou “grandes feitos”. Para Botár, os ataques de 7 de outubro representariam uma “luta anticolonial que mudou a chave do mundo”, posicionando-se contra EUA e Israel e exaltando líderes como Fidel Castro.
Susana Botár é sócia do escritório Fischgold Benevides, ligado a figuras políticas como Mauro Benevides Filho (União Brasil-CE), o que ampliou a repercussão de suas declarações.
Em contraste com esse cenário, uma pesquisa da StandWithUs, conduzida pela AtlasIntel sob a liderança de André Lajst e Sabrina Abreu, revelou que 58,5% dos evangélicos brasileiros apoiam majoritariamente Israel.
- 89,5% consideram injustificado o massacre de 7 de outubro.
- 74,5% atribuem ao Hamas a responsabilidade pela guerra.
- 86,1% discordam do apoio do governo brasileiro à acusação de genocídio contra Israel.
- 62,3% acreditam que o atual governo adotou postura internacional favorável ao Hamas, mas apenas 11,7% concordam com essa posição.
Veja a denúncia no instagram: